Hoje Eu te chamei de amor
E me dei de conta
Que o que eu tenho de ti
Eh igual ao que eu tenho pra ti
Ontem eu te chamei de amor
E hoje to louco pra te ver de novo
penne multicolor,
molho rosé com bechamel, tomates sem pele,
levemente adocicado ao rum,
cerveja muniche, shoyu, noz moscada
gorgonzola e alecrim
especial pra carla
Q de tudo
um dia cinza
tem o preto e o branco
latentes
visiveis
permanentes
um espectro só
de muitas dores
o abraço que tenho pra ti
é aquele,
justamente aquele,
que não queres
as vezes é assim,
fico a
procurar
minas
terrestres
com um
martelo
na
mão
nem um dia,,, djavan
numa manha outonal de inverno
quintanadas matinais:
saudades de tudo que ainda nao vivi
culpa do teu colo acolhedor,,, do teu cafe
do teu olhar inquisitor
do teu sorriso ensurdecedor
a areia é o vazio do deserto,
a noite me beija com vento
afagando minha alma, insone
sou um poeta litorâneo,
uma criança que faz castelos reais
à beira do imaginário
eu,
uma vez,
sentei ao lado dele,,,
e conversei,,,,
nem sei mais o que,,,,,
Vais
minha borboleta
Meu jardim te espera
n’outra primavera

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